4 de novembro de 2015

Foi bom enquanto durou.


Oi...

Não sei se você vai ver esta carta...
Sei que isso não vai mudar em nada, sei também que posso até ser xingado de vários nomes, ou não, não estou fazendo isso para mostrar que estou arrependido, mas sim para mostrar que sim... Você fez diferença na minha vida, porque não foram quatro dias, e sim quatro anos faltando alguns meses para cinco anos.

Quem me conhece sabe que não sou muito de postar coisas da minha vida particular principalmente de brigas, ciúmes, raiva, separação etc... Mas estou aqui para falar a pessoa que você foi na minha vida, você foi uma ótima namorada, e principalmente uma ótima esposa e mãe para o nosso Filho.

Como esposa, cuidou muito bem de mim, nos meus dias de dor, lagrima, solidão e também esteve dos meus lados felizes, nunca me deixou na mão, como fala na musica do Projota – (mas hoje eu só tenho 10 real e ela nem reclama, jura que me tira da lama), e sim foram muitas as vezes que isso aconteceu, fui um esposo muito mimado, paparicado abraçado, beijado, cuidado, não posso reclamar de nada disso.... Obrigado.

Como mãe, nossa tenho que agradecer todos os dias para Deus, por colocar na vida do Cauã esta mãe, cuidadosa, amorosa, atenciosa e além de tudo educadora... Sei que nosso filho vai ser bem cuidado do seu lado... Para finalizar Desculpas pelas brigas, pela falta de atenção e pelas desconfianças, pelo meu passado e presente, desculpas por outros motivos que só você sabe... Mas mesmo assim de peço obrigado por você ter me deixado fazer parte da sua vida nesse período.





17 de julho de 2015

Quero uma varanda com a vista dos meus sonhos, escrever de manhã, a tarde e a noite e passar a madrugada contando estrelas na janela.
Às vezes me finjo de bobo, Espreitando as possibilidades, Abrindo mão da minha personalidade, Disfarçando-me para fugir da verdade. Às vezes me faço poeta, Para liberar emoções guardadas, Refugiar-me da solidão, Contar as mentiras que me fazem verdadeiro, Palavras que não importarão no momento derradeiro. Às vezes me faço de nada, Principalmente quando tento ser tudo, Não sou escudo, não sou espada, Nesses momentos... Me faço de mudo. E assim faço meu jeito de ser, Rascunhando minhas características, Juntando tudo, formando metade de mim, E a outra metade? Fez-se de invisível? Ou será que foi o rascunho que apaguei?